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A Boneca de Cristal

A Boneca de Cristal

Sab | 27.05.17

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Pensar que o casamento é sinónimo automático de felicidade não está certo. Como li no livro “Felizes para Sempre e outros equívocos”, o casamento implica “abdicar de coisas que nos agradam”. O casamento não é sobre nós, é sobre os outros que nos rodeiam. Nós não casamos para sermos felizes, casamos para fazer os outros felizes. O casamento não é um espelho do nosso prazer, é um pilar de outras pessoas: é um pilar dos filhos que geramos e criamos, por exemplo. E, se é um pilar de infâncias, também é um pilar de velhices: um matrimónio também é um amparo dos sogros que se herdam. Ora, ser este pilar implica um espírito de renúncia que é a negação perfeita da nossa cultura centrada numa felicidade entendida como prazer. É por isso que temos uma taxa de divórcio de 70%. É caso para perguntar: apenas 30% dos casados da minha geração compreendeu que o casamento é o início da vida adulta e não um prolongamento da adolescência? Moral da história? É importante refazermos o conceito de felicidade. O casamento ensina-nos a procurar a felicidade nos outros, nos filhos que crescem, na ajuda que se dá aos sogros, na ajuda que se recebe dos sogros, nas provações que se superam em conjunto, as ânsias profissionais, o aperto na carteira, a unha do pé encravada, a quimica, aprender a lidar com o feitio do outro, no fim disto tudo é um dia feliz...

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Seg | 22.05.17

Vai correr bem..

Não adies a tua vida. Não adies esse não que queres dizer, esse sim que mereces viver, esse passo à frente que temes dar, esse passo atrás que achas que te tira o ar, esse já não dá que te faz falta gritar, a mudança que tanto queres ver chegar. Não adies esse virar de página, esse recomeçar, não adies levantar-te agora e sair porta fora. Não adies os dias, os planos, as pessoas que ainda vais conhecer, não adies o tanto que ainda podes ser. Não adies a tua vida, não te adies a ti por nada, por ninguém. Porque tu caso te tenhas esquecido só estás aqui para ser feliz. 

CORAGEM...

Qui | 18.05.17

Amar alguém é ter todas as certezas de uma só vez.

Amar alguém é viver o presente, absorver o melhor do passado e fazer planos para o futuro. Amar alguém é transformar os sonhos em realidade, é cuidar, zelar e proteger, é não ter dúvidas. Amar alguém é transformar uma briga num ensinamento é criar laços, ter filhos, envelhecer lado a lado. Amar alguém é resistir a todas as tentações, desavenças, crises, ciúmes, egoísmo é surpreender, é presentear, é deixar claro o quanto essa pessoa é essencial, é dizer o quanto tudo mudou desde que ela se fez notável, é não ter vergonha de demonstrar qualquer afeto. Amar alguém é libertar-se, partilhar e somar é oferecermos toda a nossa bagagem de experiências, para conhecer e compreender o outro. É fazer essa pessoa feliz, proporcionar noites de sono tranquilas, é suprir todas as necessidades. Estender as mãos, apoiar, contrariar, mas nunca abandonar. Amar alguém é trabalhar a paciência. É ressaltar a persistência e provar toda a tua determinação. Não é um sacrifício, é sentir-se leve. Amar alguém não é prender-se, é ter muitas opções e ainda assim, escolher ficar. Amar alguém é por vezes ter que abrir mão do teu amor, às vezes, pode ser a tua pior dor, uma ferida que nunca vai cicatrizar ou deixar de existir. Amar alguém é carregar consigo a pessoa, por onde quer que tu estejas. Amar alguém é, em alguns casos, uma renúncia, querer esquecer, e não conseguir, porque é decisão do teu coração, e não uma opção indicada pelo teu dedo. Amar alguém não é responsabilidade do cupido, é a sentença que precisa ser cumprida, é confiar, transmitir segurança e não medir esforços. Amar alguém é deixar a pessoa partir, e ainda assim, fazer de tudo para ela voltar, sofrer calado ao ver que esse amor, não é mais teu. Amar alguém é ser repetitivo, tanto nas lágrimas que insistem em escorrer, quanto nos assuntos recorrentes. Amar alguém é perdoar e ceder. Em todos os casos mencionados acima, eu não posso prometer um final feliz. Afinal, os sentimentos são como o mar: seduzem e depois podem afogar. De qualquer forma, a regra é clara: do amor ao desprezo, o que me oferecerem, eu ofereço três vezes mais.

Sex | 12.05.17

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Estamos as duas em casa, fanhosas e claro é um festival de lenços chega uma altura já não sei o lenço a quem pertence mas vamos aproveitando o dia entre mimos e filme, apenas e só um filme, em breve dois . A Carolina viu a pouco tempo o seu filme de casamento e delirou, adora ver toda a gente, e então é isto, o grande dia está a chegar....

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Seg | 08.05.17

Sonho

Já tive tive sonhos, alguns toscos, outros nem tanto. Já realizei alguns, chorei por outros. Já sorri ao amanhecer, já acordei birrenta. Tive dias de aborrecimentos e outros de plena paz. Já fui paixão, fui dor e hoje sou o amor. Amor que divido contigo, amor que sonhei viver e encontrei ao te conhecer, amor que sempre quando fecho os olhos eu vejo, nós os dois de cabelos branquinhos, com a pele enrugada, com a voz bem mansinha, porém, com o mesmo abraço de sempre. Abraço de quem se entrega e cuida do outro, abraço que faz o coração vibrar, que faz o estômago viajar num bosque com borboletas, abraço irresistível no qual resolvi morar. Sonhar é tão mais doce, tão mais lindo, quando existe alguém para caminhar ao nosso lado. É viver para o outro e ser para o outro tudo o que desejamos para nós mesmos. É acreditar em dias felizes, é dançar na chuva, é viver cultivando flores no peito, flores que florescem amor. Sonhar é realizar. Sonhar é acreditar. E, por destino, ou como prefiro crer, por obra de Deus, eu sonhei viver um amor indescritível, amor que a gente realmente não sabe explicar, porém sim sentir. Talvez eu seja uma privilegiada, uma escolhida ou quem sabe eu só seja uma sortuda que sonhou com fervor, que sonhou contigo desde o primeiro dia que fechou os olhos e sonhou com o amor.

Dom | 07.05.17

Dia da mãe

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Não há mal nenhum que um beijinho de mãe não cure. Não há vazio nenhum que um abraço de mãe não preencha. Não há silêncio nenhum que um coração de mãe não entenda, e não há dor nenhuma que um colo de mãe não ajude a doer menos. Às mães, a todas as mães, às de sangue e às de coração, que cuidam, que ensinam, que orienta e responsabilizam, que protegem e que abraçam sem tempo nem datas marcadas, que são âncora e escudo, raiz e asas, que são pai e mãe quando a vida assim o obriga, às que já partiram mas vivem - para sempre – nas memórias felizes que deixaram no coração de quem as ama para além da vida: obrigada, mil vezes obrigada. E a todos os filhos que têm a sorte-grande de ter uma mãe de M-grande nas suas vidas – seja uma mãe de sangue e/ou de coração – nunca a deem como garantida, nunca a vejam como eterna. não deixem nada por dizer, nada por fazer. celebrem-na hoje e nos outros dias. com um abraço, um obrigada e um gosto muito de ti. Não podia deixar de ca vir no dia de hoje. Feliz dia da mãe